segunda-feira, 3 de outubro de 2016

OUR FASHION TIPS #7

Folhos

Os frutos do meu último texto bateram-me como os 3-1 do jogo do Sporting com o Rio Ave (a ser irónica; sou portista de coração e só quero que o Espirito Santo vá para casa de patins). A nossa sociedade encontra-se cheia de cabeças, ditas, cultas cujos propósitos passam por apenas opinar sobre as vidas alheias de forma cruel, sem substância e de forma leviana. A minha filosofia de vida passa por dois importantes lemas que definem os limiares das minhas ações: risco do planeta pessoas que agem de forma com a qual jamais agiria com elas e faço aquilo com o qual me sinto bem e os outros que se lixem (este último veio aos poucos com o avançar da idade). Porém, no meio disto tudo, encontrei alento e propósito nas minhas palavras. Acredito piamente no poder de empowerment que as mulheres podem provocar umas nas outras. E não vou desistir do broadcast das minhas palavras (se calhar seria melhor em multicast? Piada de engenheiro! Can’t help it!). Quero tentar diminuir a quantidade de palavras maldosas, afiadas como punhais, desnecessárias, ocas e parvas. Já chega de mal no mundo.

Dando seguimento à palavra empowerment, quero este mês partilhar o que acho que são as melhores tendências para este Outono/Inverno, após folhear páginas e páginas das minhas revistas preferidas (pendo sempre para a Vogue e para a Marie Claire). Quero que todas as mulheres se sintam bem, confortáveis nos seus pneus e estrias e pernas sem celulite. Sim, porque as ditas mulheres reais vêm em todas as formas e feitios. Haja saúde e o resto bola para a frente.

Estou mesmo entusiasmada com a roupa da nova estação. Sou da Madeira, adoro o Verão, mas não há nada como a construção dos vários layers da roupa mais quentinha (coisa tão estranha como chegar à ilha e não beber logo uma poncha de penalti). Adoro o regresso dos casacos de ganga (quem nunca os teve na adolescência!), adoro os padrões florais, adoro a customização das peças, adoro os folhos (ADORO os folhos, chamem-me de pirosa!) e adoro o uso do amarelo torrado (forma versátil de fugir aos meus queridos pretos) e o estilo sporty chic. Porém continuo a preterir os bombers (abuso dos bikers como abuso dos salt caramel fudges, do The Great British Bake Off e do Escale aux Marquises da Dior) e não consigo gostar de veludos (digam o que disseram e embelezem como quiserem, não gosto).

As casas com as quais mais me identifico são os suspeitos do costume: Louis Vuitton, Gucci, Chloé, Moschino e Stella McCartney com uma novidade: Victoria Beckham. Sim, a mulher do David Beckham como muitos a chamam. Para mim, a estilista e outrora cantora (às vezes...) das Spice Girls. O que me leva a umas belas memórias de adolescência. Sempre preferi a Posh Spice (talvez por ser morena já que estes presuntos madeirenses em nada se comparam com as pernocas da Victoria). Ainda me lembro das intermináveis tardes na sala em casa dos meus pais com as minhas amigas a (tentar) imitar as Spice Girls. Não erámos la grande coisa como devem calcular...

Seguem alguns exemplos de como o sitio do costume, a Zara, toca as tendências da passerelle. Com um pouco de equilíbrio orçamental conseguimos assim aproximarmo-nos de Nova Iorque, Londres, Paris e Milão.

Have fun, as always, and express yourself (obrigada Madonna).





Objeto de desejo do mês
Botas Louis Vuitton (again...)



Trendsetter do mês
Victoria Beckham


Tatiana Pina Mendes

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

READY, ON YOUR MARKS, GET SET, BAKE!

Uma das coisas que mais me faz sentir em casa é o cheiro. Em qualquer parte do mundo, o cheiro do café acabado de tirar, ou do bolo de canela a sair do forno, fazem-me sentir em casa. 

Apesar de gostar de experimentar novas comidas, novos temperos, novos alimentos, gosto ainda mais de poder comer sempre que quero "as minhas coisas".

Não sei explicar bem, nem porquê, mas até o leite aqui sabe diferente. Por isso, junto sempre café e polvilho com canela ou cacau e já fica mais parecido com o que bebia em Portugal ;)

Tenho tido tempo para experimentar algumas receitas novas, coisa que em Lisboa nem sempre conseguia. A lista das receitas em espera é enorme!!! E, dela fazem parte vários tipo de pão. Fazer pão leva o seu tempo, tem o seu ritmo próprio, é preciso ter disponibilidade para a atenção e dedicação que estas receitas exigem. Talvez por isso, nunca me tenha aventurado.

O meu pequeno almoço nos dias de semana era sempre igual: meia de leite e pão de Deus com manteiga. A meia de leite agora consigo arranjar parecido, mesmo fora de casa, mas o pão de Deus... nem vê-lo! 

Tempo + saudades = Do it yourself!

Lá ganhei coragem e comecei a fazer os meus pães de Deus! Usei a receita da Bimby, mas na realidade acabei por fazer manualmente (porque tenho a velocidade espiga da Bimby avariada). Deixo aqui a receita que vem no livro "A Bimby, massas e doces".

Ingredientes para a massa:

100g leite
150g água
100g açúcar
100g manteiga
25g fermento padeiro fresco
1 pitada de sal
500g farinha, tipo 65
1 ovo para pincelar

Ingredientes para a cobertura:

50g coco ralado
30g açúcar
2 c. sopa de leite

Preparação:

Coloque no copo o leite, a água, o açúcar, a manteiga, o fermento, o sal e programe 2min/37ºC/vel 1.
Adicione 300g de farinha e programe 15seg/vel 6.
De seguida, junte a restante farinha e programe 3min/vel espiga. Retire a massa e deixe que dobre de volume.
Forme bolas com aproximadamente 90g cada. No meio de cada uma, e com a ajuda de uma faca, faça um corte em cruz na parte superior. Pincele com o ovo batido.
À parte misture o coco, o açúcar, o leite e coloque uma porção em cima de cada bola de massa. Deixe levedar durante 30 minutos.
Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC cerca de 20 minutos.

Simplesmente d-i-v-i-n-a-l! A parte da cobertura, por mim, tinha comido tudo à colherada mesmo antes de pôr nas bolas de massa ;) o cheirinho do coco... tão bom!

Na parte da receita que diz: deixe que dobre de volume eu tive de esperar uns 30 minutos, mas irá depender da temperatura ambiente ou do sítio onde deixam a massa. Também diz na receita para estar 20 minutos no forno, eu deixei um pouco menos e mesmo assim, para a próxima acho que ainda retiro do forno mais cedo.

Objectivos completamente cumpridos! Check numa receita de pão, check em matar saudades dos sabores e cheiros de lá (daí), do meu país, da minha casa.

Ana

 Antes de ir ao forno
Prontos a comer ;)


quarta-feira, 28 de setembro de 2016

QUARTO DOS MENINOS

O D. e eu decidimos que não iríamos trazer as nossas mobílias para Londres, apenas as nossas roupas, brinquedos dos meninos e pouco mais. Portanto tivemos de comprar móveis novos ( olha que chatice ;) ). 

Numa das minhas visitas ao D., em Maio, fomos a muitas lojas e ficámos mais ou menos esclarecidos do estilo/cores que queríamos. Procurámos online (nada melhor que o Pinterest para inspiração), vimos catálogos, etc. Há tanta coisa gira que fica difícil tomar uma decisão ;)

A cama e sofá foram os primeiros escolhidos, como já tinha mostrado aqui. A mesa da sala e cadeiras faziam falta e por isso, também comprámos logo. O quarto dos meninos ficou para último, uma vez que eles só viriam em Agosto, havia tempo ainda. Então vimos várias opções. Chegámos à conclusão que um beliche seria o ideal para conseguirmos ter mais espaço para uma secretária e para as brincadeiras dos meninos :) 

Tinha um beliche de eleição, lindo! Como mostrei aqui. Mas, é muito caro, e preferimos encontrar uma solução intermédia, com qualidade, design mas sem ser um abuso de dinheiro ;) 

Depois de mais umas pesquisas, descobri um que foi amor à primeira vista! Na The White Company, que também dá para converter em duas camas isoladas se um dia mais tarde quisermos, como se pode ver aqui.

Claro que ainda não temos tudo pronto, mas aos poucos a casa vai estando habitável e ao nosso gosto.

O quarto dos meninos está em tons de branco só com alguns apontamentos pretos. Falta o tapete, uma estante, prateleiras... Algumas coisas :) falta sempre alguma coisa! 

Aproveito para apresentar a novidade da MorethanCookies - as casinhas de madeira! Tanto eu como a mana, queríamos para o quarto dos meninos. A mana escolheu uma estrela como motivo (vou pedir-lhe para mostrar também num post ;)), e eu, um panda. Acho que fica perfeita na decoração! 

Os meninos adoram o quarto (acho que gostam mesmo é do facto de terem uma cama com escadas!) e sempre que falam por Facetime ou Skype com os amigos e família, fazem questão de ir mostrar o "quarto da casa nova, aquela que não é em Portugal" - como o Vasquinho costuma dizer. 

Ana




terça-feira, 27 de setembro de 2016

OUR DAYS - Sunset @Rooftop Bar

Na semana passada surgiu um convite irrecusável para um sunset num dos rooftops da cidade. Depois de uma consulta rápida a este artigo da NiT http://www.nit.pt/article/08-18-2015-os-17-melhores-rooftops-de-lisboa-e-porto/08-17-2015-16-melhores-rooftops-em-lisboa-e-porto/16.-viplounge-porto, optámos pelo Rooftop Bar do Hotel Mundial. A promessa de uma vista magnífica e de um pôr-do-sol imperdível foram o que bastaram para nos ajudar a decidir!

Uma das inúmeras coisas que o Verão nos traz são estes dias enormes e a vontade de os aproveitar até ao último minuto. E esta é a altura perfeita do ano para este tipo de programas, sair do trabalho e ir aproveitar as horas que sobram até ao sol de pôr.

Éramos seis com a missão de nos despedirmos oficialmente antes das férias e de só voltarmos a estar juntos em Setembro. E foi tão giro que ficou já pré-combinado repetirmos em Setembro para a "rentrée" (como eu gosto de lhe chamar) ;)

Mónica

Nota: este post foi escrito antes das férias, mas só agora tivemos oportunidade de o publicar








SPOTS TO GO #1

Ceviches, Tacos & Tears

Chegou ao El Clandestino, na R. da Rosa, vinda do Cais do Sodré a pé onde tinha estacionado. Agora era sempre a subir até chegar ao restaurante. Sabia que era impossível  estacionar no Príncipe Real pela hora do jantar, ainda para mais numa quinta-feira. E, para variar, estava atrasada. Já lá deviam estar todas.

A cabeça a mil. As ideias bailavam entre o relatório de entrega de fecho que não tinha conseguido acabar, reuniões infindáveis o dia todo, o seguro do carro, devolver chamadas, tudo a correr, como sempre. E depois... Depois, a meio da tarde... a bomba.

Quando chegou parou um minuto à entrada impressionada com o painel de madeira gigante com casas coloridas amontoadas e iluminadas, à esquerda de quem entra. “Favela Vidigal”, feito à medida para o espaço, soube mais tarde. O restaurante parecia ser também uma galeria de arte e estava cheio! Nas mesas, umas altas com bancos, as pessoas conviviam animadamente, num ambiente descontraído. Os empregados passavam atarefados com pedidos e pratos coloridos com ceviches, tacos e muitos shots e margaritas. Parecia que dançavam ao som da musica, alta, a condizer com o espírito. Da entrada dá para espreitar a azáfama da cozinha, aberta ao público. Era daí que saiam as iguarias, numa mistura de opções mexicanas e peruanas, a nova tendência que parece que veio para ficar. Pelo menos ela achava que sim. No andar de cima, uma mezzanine também com mesas e ao fundo um pequeno pátio decorado com objectos de cores garridas fazendo alusão a um cemitério mexicano.

- Mariana! Estamos aqui. Que fazes aí parada?
- Desculpem o atraso! Estava difícil.

As conversas começavam a atropelar-se. Era sempre assim. Os temas variavam entre família, as novas conquistas dos filhos, fotos das últimas viagens feitas a dois, algumas novidades e muitos desabafos de chefias e colegas. Estes jantares, onde o tempo voava, apesar de não se realizarem com a frequência desejada, eram como que sagrados. Partilhavam-se desabafos, dúvidas, dilemas, experiências e boas energias! Sempre com grande dose de franqueza que a intimidade entre todas assim o permitia. 

A empregada, diligente, com um sorriso pronto, queria tirar os pedidos, mas percebeu que tinha de regressar mais tarde. Com tanta conversa ninguém viu os menus. O couvert já tinha sido devorado. Totopos (nachos fritos caseiros) com 3 molhos (4,50€). A guacamole estava ótima, fresca e com muito boa consistência.

Finalmente pediram. Tacos e ceviches para partilhar. O taco de leitão cozinhado a baixa temperatura (8.30€) foi o favorito. Todos muito bem recheados, alguns com opções picantes. Nos ceviches o Clandestino levou nota mais alta (9€). A empregada teve sempre o cuidado de dar explicação dos pratos, confecção e ingredientes à medida que surgiam as perguntas.

Acompanharam com margaritas. Foi difícil escolher entre 12 opções. A Triple Citrus (6€) com sabor a citrinos foi a mais votada. 

Os grupos de amigos, casais e alguns grupos estrangeiros continuavam a a encher a casa.

De repente, Mariana explodiu:

- O Tiago vai-se casar.
- Mas já? A sério? Ohhh Mariana...
- Nem sei que te dizer.... Como é que soubeste?
- Pelo Facebook. Há alguma coisa que não se saiba primeiro pelo Facebook hoje em dia?

Era verdade. Nenhuma soube com que argumentos contestar esta frase. 

- Como estás?

A velha pergunta de sempre. A velha resposta de sempre. Não sabia.
O silencio impôs-se na mesa. Todas sentiam que lhe custava ainda (e muito) falar sobre isso.
A Marta quebrou o silêncio. 

- Olhem a sobremesa.... Vamos escolher?!

Era melhor mudar de assunto, pelo menos para já.

La bomba de chocolate (chocolate em duas texturas com espuma de pimenta e malagueta e amendoim caramelizado) foi o favorito (5€). O Jardim de churros com doce de leite nada enjoativo e espuma de lima (5,50€) também não desiludiu e ficaram a saber que era o favorito dos clientes.

Mariana não dividiu sobremesa. Se havia motivo forte para furar quaisquer dietas era aquele.

Ficou a promessa de voltarem. E da próxima vez começariam com um shot, de entre 15 à escolha.


Mariana Reis

El Clandestino
Mexicano/Peruano
Rua da Rosa, 321 (Príncipe Real) Lisboa | 915 035 553
20€/pax. aproximadamente
Descanso semanal: Não tem
Das 18h30 às 02:00
Reserva recomendada
Aceita cartões



"O amor é tão importante como a comida. Mas não alimenta."
Gabriel García Márquez





OUR DAYS - Um passeio pelo Tejo

Ao longo destes últimos meses tenho evitado falar da ida da mana para Londres. Consigo evitar falar mas não consigo deixar de pensar sobre a ida e de como vão ser os dias quando regressarmos de férias já sem a mana cá. Mas enquanto a nova realidade não chega, decidi aproveitar ao máximo o tempo em que ainda os temos por cá.

E foi assim que no sábado surgiu a ideia de ir andar de barco no Tejo, junto ao qual crescemos. Já passava das 19h quando telefonei para a Rio a Dentro a perguntar se ainda havia lugar para mais 9 passageiros (os 5 primos, nós as manas, o L. e a nossa mãe) no dia seguinte. 45 minutos depois de sairmos de casa, chegámos ao Escaroupim, onde o barco estava pronto à nossa espera. Foram 2h30 de passeio pelo verde das margens, passagem pelas várias ilhas, pela calma e tranquilidade do rio, a ouvir as explicações que o nosso simpático "comandante" nos ia dando.

Fomos com os cinco primos, o que à partida nos pareceu um desafio por causa dos mais pequeninos, mas correu muito bem :) A altura em que estavam a ficar mais irrequietos coincidiu com a primeira paragem para um mergulho. Foi a excitação... os mais crescidos saltaram sozinhos, o António e o Francisco foram ao colo. Eu não tomava banho de rio há pelo menos 25 anos e gostei imenso... a água estava transparente e mais quente do que no Algarve em Agosto! Esta paragem foi em frente a um espaço de areia reduzido com imensa vegetação como pano de fundo.

Da segunda vez descemos na Ilha dos Cavalos, que tem um areal extenso e areia branca. Os meninos aproveitaram para "explorar" a ilha e brincar na areia para além de mais um banho de rio. E claro que nós lhes fizemos companhia :)

Foram 2h30 muito bem passadas, sem fazer mais nada a não ser disfrutar do rio e da companhia uns dos outros. E quando avistei o ponto onde tínhamos começado, fiquei com vontade de continuar :)

Ficou a imensa vontade de voltar noutra altura do ano para descobrirmos animais diferentes e vermos toda a vegetação numa outra cor.

Mónica



Manel, Vasquinho e Afonso

O simpático "comandante" e Vasquinho


Afonso, eu e Manel


Avó Fá


Manel, Vasquinho e Afonso

Manel e Vasquinho


(Post escrito antes da partida da mana)

terça-feira, 20 de setembro de 2016

JÁ CÁ ESTAMOS

Quase dois meses depois de ter escrito aqui, consigo finalmente voltar a fazê-lo...

Porquê? Falta de tempo seria um motivo razoável tendo em conta tudo o que temos vivido, toda a mudança e adaptação associada. Mas, na verdade, acho que não é esse o principal motivo. Ainda é muito recente e ainda não tenho respostas para as perguntas que surgem constantemente. Claro que estamos bem, muito bem, mas os acontecimentos sucedem-se sem termos tempo para pensar sequer se está a ser bom, ou se temos saudades, ou se vamos fazer isto ou aquilo. 

Nesta fase os meninos ainda precisam de muita atenção e não consigo pensar em fazer outra coisa que não dar-lhes o que precisam - tempo! Pela avaliação que posso fazer, diria que estão os dois a gostar bastante. No entanto, o comportamento do Vasquinho alterou-se consideravelmente e ainda não estou a conseguir lidar com algumas situações que surgem. 

Temos passeado muito, conseguimos que os meninos tenham novas experiências, contacto com coisas diferentes das que estão habituados, até novos sabores e cheiros, novas culturas, novos horizontes. Uma experiência incrível para eles e também para nós. O D. chega cedo a casa e pela primeira vez, desde que somos pais, conseguimos ter tempo de qualidade em família.

À medida que for conseguindo vou contando mais sobre a mudança, sobre as férias (já por terras de sua majestade), sobre as novidades, sobre as novas receitas que vou conseguindo fazer, sobre as despedidas, sobre a casa, sobre a decoração e o "mestrado" que já temos - montar móveis IKEA ;)

Entretanto, vamos ter mais uma colunista residente com dicas muito interessantes :) muito em breve, aqui, no sítio do costume!

Ana


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