terça-feira, 23 de agosto de 2016

OUR FASHION TIPS #6

Curvas, avante


Uma das principais diretivas de como encontrar inspiração para escrever passa por abrir os sentidos a tudo o que se desenrola à nossa volta, especialmente nos sítios mais inesperados. Eis que nunca esperei encontrá-la ao ler a secção de comentários num post do Facebook, eis que nunca esperei encontrá-la ao ler comentários do mais retrogrado possível de bocas de pessoas que se intitulam do mais vanguardista do bairro.

A liberdade das mulheres foi alcançada a muito custo, e felizmente a nossa religião não nos prende como muitas fazem. Nós mulheres temos de nos unir, parem de nos deitar ao chão com estes comentários mesquinhos. Cada uma de nós é linda à sua maneira.

Tudo o que é pelo no meu corpo fica eriçado (e olhem que eu sou peluda, obrigada querido pai) quando leio que as meninas de corpos reboliços devem esconder os seus pneus na praia e que esta querida comentadora tapa os seus, intitulando que o ato de os mostrar provoca poluição visual. Ora bem, digo-lhe que triste deve ser o seu Verão e digo-lhe também outras palavras as quais são acompanhadas de bolinha vermelha (acabou-se-me a tinta da minha Bic).

Apetece-me então escrever sobre lingerie e de como qualquer mulher, do mais magra ao mais reboliça, pode sentir-se bem e sexy na sua pele. Deitem fora as regras da moda que ditam o que fica bem ou o que fica mal consoante o número de pneus que possuamos. Não suporto comentários de que só as ditas meninas modelos podem usar biquínis do mais cavado que há. Digo-vos isto sendo uma das meninas que muito orgulho tem dos seus pneus. Obrigada queridas pernas, aka presuntos madeirenses, por me permitirem explorar o mundo, e obrigada querida barriga, aka função seno (you engineers will get me!), por me fazeres lembrar do belo jantar que ofereci ao maridão este passado mês de Abril no restaurante Le Meurice em Paris (mais um item da bucket list riscado!).

E digo-vos isto também. Quando mostro as minhas curvas na praia não o faço para os olhares alheios, mas faço-o por mim porque quero e porque posso. Se não querem olhar não olhem, e se olham e não gostam do que vêem temos pena, olhem para o lado e guardem os vossos comentários para vós próprios. Sim, quero usar a mesma lingerie que a Sara Sampaio usa, temos pena. Volto a reforçar, porque quero e porque posso.

Ora bem, voltando ao tema lingerie. Nunca lhe liguei muito. Comprava aquelas cuecas que vêm em pacotes de trezentas de uma vez só, todas iguais em formato, mas de cores diferentes, e baratinhas como só elas. Mas com o passar da idade, e porque já não sou a única a olhar para a minha lingerie, iniciei a minha pesquisa por formas mais sexy, mas sem nunca descuidar a comodidade (minhas queridas cuecas da avó, não há nada que vos bata).

Divido a minha lingerie em duas secções, a do dia a dia em que a comodidade é essencial e aquela que é só para o maridão. Adoro as cuecas da Victoria’s Secret, mas em versão um pouco mais conservadora do que o nome indica. Adaptam-se para todo o tipo de roupa e pneus. Confesso que não gosto de ver as linhas das cuecas através da roupa (não tenho de olhar para quem as tenha, mas não me sinto confortável na minha pele quando isso acontece).

Passando para o tema dos soutiens, aí a historia é completamente diferente. Por azar dos azares (ou por sorte das sortes, depende da roupa e dos dias) tenho um peito pequeno por isso abuso dos soutiens de renda sem armações. Acho que ficam sexy quando soutiens pretos se notam debaixo de uma camisa branca de seda, ou mesmo quando os usamos com um top, quando pensamos que só um soutien caicai se adequa (nada lisonjeador para quem tem peito pequeno, by the way), existindo uns modelos lindos com umas costas super originais. E adoro o contraste de cores soutien vs roupa. Por que não usar um top de renda branco com um soutien preto sexy? Ou, por que não usar uma camisa de seda verde esmeralda com um soutien de renda azul cobalto? E por que não usar um bodysuit? Confesso que estou cada vez mais adepta dado o seu facilitismo de não ter que abrir totalmente os olhos de manhã à procura dumas cuecas que condigam minimamente com o soutien...

Divirtam-se a escolher lingerie, abusem da cor e usem o que quiserem, o que vos faz sentir bem e empowered para enfrentar o dia!




Objeto de desejo do mês
Botas Louis Vuitton


Trendsetter do mês
Maria (@pilotmaria)
Porque mesmo de farda influencia-nos no modo como encara a vida: always with a smile.


Tatiana Pina Mendes

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

OUR NUTRITION GUIDE #7

Nem só de manteiga vive o pão!
Alternativas saudáveis


Não sou radicalista, e por isso não vou já começar por dizer que a manteiga é um alimento mau e que deve ser banido da nossa alimentação.
Apresenta de facto algumas propriedades nutricionais que a tornam menos interessante: é rica em gordura saturada, que intimamente se relaciona a doenças cardíacas e colesterol mau.

Assim, apresento-vos algumas alternativas mais saudáveis a terem em conta na hora de barrar o vosso pão:

Azeite
Rica em gorduras monoinsaturadas e com propriedades anti-inflamatórias, o azeite poderá ser a alternativa número um à manteiga.

Simples ou temperado com alho ou ervas, escolha sempre azeite extra virgem e de baixa acidez.


Manteiga de frutos oleaginosos

Em termos nutricionais, são altamente calóricas, mas ricas em proteínas de origem vegetal, em gorduras mono e polinsaturadas, benéficas e importantes para a saúde cardiovascular. Apresentam ainda uma elevada quantidade de vitamina E, poderoso antioxidante.
O importante não é contar calorias, mas sim contar nutrientes.


Hummus

O Hummus tradicional é uma pasta de grão-de-bico, pasta de sésamo e especiarias. Sendo que atualmente existem variações à receita clássica substituindo ou acrescentando novos sabores de outros alimentos como, abacate, beterraba, pimentos.
A nível nutricional, esta alternativa é rica em proteínas de origem vegetal, fibras e cálcio.


Fruta

Uma alternativa às tradicionais compotas. Vantagem: consumo de fruta fresca recheada de vitaminas e minerais que pode ser adoçada com mel, agave, calda de açúcar de coco ou açúcar mascavado.


Mónica Santo

sexta-feira, 29 de julho de 2016

WHITE PARTY

Como a mana já escreveu aqui, estas duas semanas de Julho são sempre muito intensas. Lá em casa temos quatro aniversários em apenas oito dias. E este ano, com números importantes para todos.

Para comemorar o primeiro aniversário lá de casa (o do David foi comemorado no dia anterior) organizei uma White Party, uma coisa que já tinha vontade de fazer há vários anos. Achei que esta era a ocasião certa... 40 anos em dose dupla (eu e o Luís no mesmo dia)!

Quem celebra aniversários nestes meses de Verão sabe o difícil que é conseguir juntar as pessoas que mais gostamos para comemorarem connosco. Ainda pensei em adiar para Setembro, mas decidi arriscar porque para mim fazia mais sentido comemorar agora. E conseguimos juntar muitos dos nossos amigos num jantar lá em casa. E que bom que foi!

Jantar sem crianças, o que fez toda a diferença. Apesar de ser apologista de partilhar o maior número de momentos possível com os nossos filhos, há alturas em que estar sem crianças faz toda a diferença. E este foi um deles. Conseguimos conversar calmamente sem distracções constantes.

Para além do branco escolhi alguns apontamentos prata para a decoração do aparador como já tinha feito na Primeira Comunhão do Manuel. Desta vez o tempo disponível foi menos por isso preparei algo muito simples.

Como em equipa vencedora não se mexe, o bolo escolhido foi voltou a ser o Naked Cake com buttercream de baunilha da LCake. Estava lindo e delicioso! Para decorar o bolo pedi à L. da LCake que fizesse um topper simples em prata com os nossos nomes.

Os cakepops também vieram da LCake e foram uma agradável surpresa. Eram de red velvet e estavam mesmo, mesmo bons!

Eu fiquei super feliz pelos amigos que conseguiram estar presentes, por terem dispendido a noite de Sábado para festejarem connosco, por terem alinhado no branco, pela boa disposição e pelo que nos divertimos! Para mim uma noite em cheio, para saltar com confiança para esta nova década ;)

Mónica 






Com a mana - como nos costumam chamar "as manas Cookies" :)


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terça-feira, 26 de julho de 2016

A PRIMEIRA DESPEDIDA

À medida que o tempo vai passando custa mais cá estar e custa tanto pensar que vamos. Vamos continuando a viver os nossos dias com a normalidade possível, mas o pensamento que este ou aquele momento pode ser o último vivido cá, com as "nossas" pessoas... É um conjunto de sentimentos tão intensos e tão opostos ao mesmo tempo que fica difícil explicar. Se custa ir? Custa. E ficar? Custa ainda mais.

Sinto que o meu tempo por cá já se acabou, que já fiz o que tinha a fazer e que agora chegou a hora de partir para novas experiências e, principalmente, que já estou atrasada para o reencontro da nossa família, nós os quatro, outra vez juntos, como tem de ser.

Explicar o porquê da nossa ida aos que mais gostamos não é fácil. Nem para mim foi fácil perceber que era isso que queria. No entanto, espero que percebam com o passar do tempo, que estamos a fazer o nosso caminho na estrada que, acreditamos, nos levará à felicidade. 

Este mês de Julho é o mês de quase todos os aniversários da família - o D., a mana (Mónica), o cunhado L. ( no mesmo dia da mana e que por acaso é sua mulher ;) ), a cunhada mais nova (mana do D.), o sobrinho mais velho e o mais novo (Afonso e Francisco, filhos da mana) e o pai do D.. Um mês de festa e em festa. Um mês com muitos motivos para festejar. Um mês de muitas alegrias, mas que será também, o mês do adeus, com muitas lágrimas.

Costumo falar muito da minha ida, mas nunca falei da do D., nem posso. O que ele sentiu há um ano e três meses quando partiu, por mérito próprio para outro país, só ele saberá, só ele poderá descrever. Bem, como todas as dificuldades de estar longe da família e de todos, viver sozinho, perder cada conquista do António, assistir via FaceTime à evolução da escrita do Vasquinho. Ele não diz, não comenta, não se queixa (só que lhe custa fazer o jantar todos os dias ;)), mas pede para irmos e cada vez que o faz quase que consigo sentir o peso que carrega por não estarmos lá ainda. 

Esta sexta, preparei a festa do D. cá em casa, depois de jantar. Vieram alguns amigos e a família. Infelizmente, alguns dos nossos amigos já estavam de férias e não puderam estar presentes. Mas ainda assim, eramos 40. Era a noite do D., a noite que escolhemos para celebrar o seu 34º aniversário com as pessoas que mais gostamos. Mas, era inevitável que não estivesse também muito presente o facto de ser das últimas oportunidades para estarmos todos juntos. Os habituais discursos em dias de festa, foram todos nesse sentido. Uns desejaram saúde, sorte, coisas boas, outros falaram da falta que vamos fazer, outros ainda deram os parabéns pela conquista e por termos agarrado a oportunidade. É bom sentir que gostam de nós, é bom sentir que somos queridos, é melhor ainda sentir que nos apoiam e acreditam em nós.

Bom, mas foi uma festa e não há festa sem bolo e champanhe :) Desta vez o bolo não foi feito por mim, encomendei à Susana, que faz tudo com muito carinho e perfeição. Ficou muito bonito e super saboroso! E, assim fiquei com tempo para preparar o resto da festa ;)

No dia a seguir, foi a festa da mana e do L. e este fim de semana há mais! :)

No meio de tanta festa e agitação, eu continuo a ser protagonista na interminável história das mudanças... Outro dia falo sobre isso ;)

Ana




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segunda-feira, 18 de julho de 2016

OUR FASHION TIPS #5

Camadas de tule

O dia em que todos os frufrus e renda e laços e folhos e camadas de tule são aceitáveis, quase mandatários. Não que eu goste de excessos (minto, gosto de alguns excessos não excessivos, se me entendem) mas neste dia tudo é permitido desde que quando ao se olharem no espelho soltem os ais e as lágrimas de quem cujas fundações foram abaladas como se tivessem levado com uma onda surfada pelo McNamara. Não que eu tivesse padecido de tal, mas confesso que não esquecerei a minha primeira prova. 

A minha mãe segredou-me “Leva o teu pai para te ver vestida agora. Já conheces o teu pai, sabes que ele não mostra muito as emoções, mas eu suspeito que ele não consegue aguentar tudo no mesmo dia...”. Lá satisfiz as ordens do general lá de casa vindas dos seus pequeninos 1,60m de altura (lá em casa a malta é toda esticada) e não é que tinha razão. Não me esquecerei da expressão do meu pai, não chorou, mas os olhos dele iluminaram-se de tal maneira que soube naquele momento que tinha escolhido o vestido e o marido certos. Em certa parte, este brilho também esboçava o contentamento de passar o testemunho ao Rui. “Coitado, nem sabe onde se está a meter...” deve ter pensado o senhor meu pai.

Tenho lido ultimamente muitos artigos sobre vestidos para convidados de casamento por isso achei por bem fazer um artigo sobre vestidos para quem interessa, as noivas. Confesso que mesmo após possuir uma aliança no meu anelar esquerdo há quase três anos ainda compro revistas de noivas e leio tudo o que é fofoquices dos casamentos das estrelas (não as que estão no céu, aquelas que estão nas constelações do Instagram e do Facebook na galáxia de Hollywood).

Quando andei nas pesquisas para o meu vestido elaborei uma lista de características que este teria de possuir: original, divertido e informal. O meu querido marido é perito em fazer pesquisas e comparações e lê tudo o que são reviews (não tenho paciência para tal, mas, surpresa, os opostos atraem-se) e não é que também andou a fazer pesquisas? E para culminar elaborou-me uma lista dos que gostava mais? E para culminar dos culminares (já estou para lá do topo do monte Evereste) não é que o vestido que me aqueceu a alma, que me encheu as medidas e que me deixou com uma cintura de vespa foi o preferido dele?
Foi o primeiro e único vestido que experimentei. Foi com esse vestido que entrei na igreja de braço dado com o meu querido pai e com o qual o queixo do meu marido ficou no chão (espero que sim, confesso que com tantas emoções acho que nem olhei para ele e só reparei nos pormenores de decoração para ter a certeza que tudo estava como nos meus planos).

Adoro os vestidos de noiva da Rosa Clará (sou suspeita já que comprei lá o meu). As minhas escolhas vão desde, no espectro dos sonhos, Elie Saab, Giambattista Valli, Valentino, Temperley London e Vera Wang (e não me posso esquecer daquele Vivienne Westwood da nossa Carrie do “Sexo e a Cidade”) até escolhas mais acessíveis, mas sem deixar de serem incríveis, como a Self-Portrait, Maje, Monsoon, Asos e até uma H&M, porque não? Cada vez mais os casamentos se despem de convenções (iupi!!) bem como os vestidos. Aproveitem estes tempos modernos, como dizia a minha avó, e divirtam-se na faixa menos convencional, façam escolhas arrojadas e originais. A quem se encontra no meio deste oceano de vestidos declaro a minha inveja. Maridão, podemos casar de novo?!
PS – Sonho meu que envergonhadamente confesso: ser uma das noivas do programa de TV “Say Yes to the Dress”!! Não que eu veja o programa em avalanche, episódio atrás de episódio agarrada ao balde de gelado de peanut butter do Marks & Spencer... Não, nada disso.

 Frufrus de sonho

Frufrus amigos do bolso


Objecto de desejo do mês
Love Bracelets da Cartier




Trendsetter do mês
Stella McCartney


Tatiana Pina Mendes

sexta-feira, 15 de julho de 2016

DAR PÃO AOS PATOS

E, quando temos algum tempo entre actividades escolares e aniversários, tentamos estar com a família e amigos. Uma das tarefas preferidas dos meninos cá de casa é dar pão aos patos e o melhor sítio para o fazer é nos jardins da Gulbenkian :) Sempre que conseguimos, combinamos com uns amigos (que também têm dois filhos pequeninos), tomamos pequeno almoço no Pão Nosso e de seguida, o típico passeio pelos jardins à procura de patinhos esfomeados! Os meninos deliram com este (quase) ritual! 

Procuram, correm, alimentam e gritam de alegria :) perseguem os patos, pedem mais pão e repetem tudo uma e outra vez.

E ali passamos uma bela manhã, na companhia dos nossos amigos e a vermos passar a nossa amizade de tantos anos para os nossos filhos. E, que assim seja por muitos mais. 

Ana




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quarta-feira, 13 de julho de 2016

FESTA FIM DE ANO

As razões que tinha apontado aqui continuam válidas e muito em parte por causa do que tinha contado neste post e por isso, tanto tempo sem escrever.

Mas vamos por partes, já deixei muito por contar e vou tentar pôr os assuntos todos em dia ;)

A festa de fim de ano do colégio, no fim do mês passado, foi preparada pelas educadoras e auxiliares com os nossos meninos. Tendo em conta que estamos a falar de crianças desde o berçário até aos 6 anos, a tarefa não é fácil. Organizar uma apresentação com algum sentido e que conte uma história para todos os pais e familiares assistirem, em que têm também de fazer fatos e inventar barcos, cenários, animais, árvores, etc, e ainda ensaiar coreografias com todas as crianças, é um teste à paciência e imaginação dos que lá trabalham ;) 

Mais uma vez, toda a encenação foi muito bem conseguida e correu muito bem (apesar do vento insistir em derrubar cenários), os pequenos participantes estavam radiantes por poderem mostrar aos seus pais e amigos o que tinham vindo a trabalhar nos últimos dias e, por sua vez, os pais e familiares respondiam às actuações com enormes sorrisos, típicos de pais "babados" e carregados de orgulho das suas pequenas proezas, e muitas palmas, o melhor presente para um artista!

Este ano, os nossos filhotes tentaram contar a História de Portugal em três atos. O António entrou no primeiro ato, vestido de ovelha - o máximo! Querido, querido! (Reacções de mãe "babada"). O Vasquinho, participou no terceiro e último ato, onde encarnava um marinheiro português. Todo satisfeito de ter um papel tão importante e de ir ao "leme" da embarcação e desempenhar algumas tarefas, como proteger o seu barco dos monstros do mar com uma espada!

Terminado o teatro, esperámos que se vestissem para os irmos buscar às salas e seguimos para o jantar em modo arraial, que é um encontro de famílias do colégio e os miúdos adoram andar por lá à vontade a brincar com os amigos e irmãos dos amigos.

Este foi um dos muitos eventos das últimas semanas. Não deixa de ser só uma festa de fim de ano, mas para mim, cada festa, cada aniversário, cada dia especial, sabe-me sempre a despedida, vivo-os com outra intensidade e com uma pontinha de saudades antecipadas.

Ana




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